16/11/20 - Caesb realiza coleta de resíduos especiais para fazer destinação correta



Entre os materiais estão pilhas, lâmpadas, óleo contaminado, entre outros


Preocupada em destinar corretamente os resíduos especiais que gera, a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) realizou a coleta desse material. Anualmente, cerca de oito toneladas desses resíduos são recolhidas na Caesb. Podem ser enquadradas nessa categoria materiais laboratoriais como soluções utilizadas nas análises químicas, lâmpadas, óleos contaminados, estopas, pilhas e baterias.

Pautada em um processo de melhoria contínua, a Caesb vem, ao longo dos anos, implantando e modernizando a rotina de destinação e coleta de resíduos de forma regular. O engenheiro civil da Gerência de Gestão Ambiental Corporativa da Caesb, Marcelo Braga, responsável pelo serviço, explica que a coleta foi implantada de forma sistemática e que todos os envolvidos sabem o que devem fazer com os resíduos gerados. “A contratação de uma empresa coletora, com recolhimento de forma programada, criou uma rotina onde há a destinação ambientalmente adequada dos resíduos, de acordo com a legislação vigente”, esclarece.

O assessor de Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Caesb, Vladimir Puntel, relata que a coleta de resíduos especiais foi uma das ações importantes contempladas no Sistema de Gestão Ambiental, implantado pela Companhia. “A partir de 1998, a Caesb passou a adotar uma Política Ambiental com base nas instruções da norma ABNT NBR ISO 14001, para o controle do atendimento dos requisitos legais ambientais e monitoramento dos processos”, completa.

Em dois anos e meio, desde a assinatura do contrato, foram recolhidos cerca de 20 mil quilos de resíduos laboratoriais, 19 mil lâmpadas, 3 mil litros de óleos contaminados, 54 quilos de estopa,
184 quilos de pilhas e 14 quilos de baterias. A coleta do material é feita de duas a três vezes por ano por uma empresa contratada que possui profissionais treinados e especializados nesse tipo de serviço. Os resíduos são destinados para incineradores ou aterros industriais específicos para esse fim.

Fotos: Cristiano Carvalho (Caesb)