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A Caesb

Mensageiros da Água

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Ligação de Água

As solicitações de novas ligações, a critério do usuário, poderão ser solicitadas na Central 115, Unidades de Atendimento, Escritório Online ou Postos do Na Hora, desde que a unidade usuária não possua restrições para execução do serviço. 

No caso de solicitações realizadas através da Central 115 o usuário deverá encaminhar para o e-mail disponibilizado cópia do documento pessoal, do imóvel e Termo de Solicitação de Ligação. 

Para solicitações nos Unidades de Atendimento presencial o usuário deverá levar original e cópia do documento pessoal, do imóvel e Termo de Solicitação de Ligação. 

Não serão executadas ligações para usuários que possuem débitos junto à Caesb vinculados ao seu CPF ou CNPJ. 

Segue, abaixo, lista de documentos a serem apresentados, bem como Termo de Solicitação de Ligação e croquis de instalação do padrão de ligação. 

Informações adicionais podem ser obtidas por meio da Central 115, Unidades de Atendimento ao Público, Escritório Online e Postos de Atendimento do Na Hora.
 

Documentos 

Do usuário: 

  1. Cadastro de Pessoa Fisica – CPF (pode ser substituido pela Carteira de Identidade que contenha o número do CPF); 
  2. Carteira de identidade expedida por órgão competente, Carteira de Trabalho e Previdência Social, Certificado de Reservista Militar, Carteira emitidas por Conselhos Regionais, Passaporte, Documentos funcionais expedidos por Órgão do Distrito Federal e União, CNH modelo com foto e outros com validade instituída por Lei; e 
  3. Sendo o imóvel de propriedade de pessoa jurídica, alem dos documentos descritos no item 1.1 e 1.2, devem ser apresentados: ata de constituição, consolidação ou assembléia de acionistas (para sociedades civis, anônimas, ONGs e religiosas), Contrato Social (para LTDA) ou Declaração de Firma Individual (para Firma Individual) e o cartão do CNPJ, além dos documentos constantes do item 1.1 e 1.2 do representante legal e procuração se tratando de preposto. Todos os documentos da pessoa jurídica devem conter autenticação das Juntas Comerciais ou Cartório de Ofício de Notas. 


Para comprovação de propriedade ou posse da unidade usuária: 

  1. Carnê do IPTU, expedido no máximo há dois anos, com contracapa ou cabeçalho que contenha endereço completo e nome do titular. 
  2. Certidão Positiva de imóvel expedida por Órgão do Governo do Distrito Federal – GDF, contendo endereço do imóvel e nome do promitente ou proprietário. 
  3. Certidão de ônus reais expedida por Ofício de Imóveis. 
  4. Escritura expedida por Ofício de Imóveis. 
  5. Procuração para fins específicos relacionados ao imóvel, feita por escritura pública, com termo de comprovação de posse confirmado por tabelião ou escrivão. 
  6. Procuração para fins específicos relacionados ao imóvel, feita sem o termo de comprovação de posse confirmado por tabelião ou escrivão, com cópia de documento que comprove a propriedade do imóvel do outorgante. 
  7. Instrumento particular de procuração para fins específicos relacionados ao imóvel, com firma reconhecida, anexado o documento que comprove propriedade do imóvel por pessoa que instituiu o procurador. 
  8. Cessão de direitos, com firma reconhecida em cartório. 
  9. Contrato de compra e venda emitido pela Terracap. 
  10. Contrato de cessão de posse agrária fornecido pelo Incra, Emater ou outro Órgão Estatal com finalidade de assentamento rural ou semi-urbano. 
  11. Contrato de arrendamento de área urbana fornecido por Órgão do Governo do Distrito Federal ou da União. 
  12. Termo Judicial de audiência de ações de inventário, divórcio, usucapião, partilha de bens, falência, concordata e outras que, por determinação do juiz, transmita o poder de propriedade, administração, utilização, usufruto ou de inventariante para o solicitante. 
  13. Termo de Concessão de uso emitido por Órgão Público, tais como Administrações Regionais, IDHAB, Fundação Zoobotânica ou Superintendência do Patrimônio da União no Distrito Federal. 
  14. Declaração de cessão do imóvel com firma reconhecida em cartório, do proprietário ou posseiro do imóvel, acompanhada da comprovação da posse ou propriedade do imóvel.

 
Anexos:

Processo de Autuação

Fiscalização, Autuação e Recurso







Ações de Fiscalização

De acordo com o Art. 45, Inciso X, da Lei Distrital nº 4285/2008, o prestador de serviços (Caesb) fiscalizará as instalações e as formas de utilização dos serviços pelos usuários, orientando-os para a realização das correções e impondo-lhes, quando for o caso, as devidas sanções por descumprimento de normas legais, regulamentares e contratuais. As Resoluções Adasa nº 14/2011 e nº 003/2012, disponíveis para consulta no site www.adasa.df.gov.br, estabelecem o rol das irregularidades e infrações previstas, assim como os procedimentos a serem adotados para atuação do usuário pelo cometimento dessas infrações.

A Caesb, sempre que verificar qualquer indício de irregularidade na utilização dos serviços de saneamento básico por parte do usuário, fará a lavratura do Termo de Ocorrência de Irregularidade – TOI, identificando as irregularidades constatadas, as possíveis sanções e concedendo, quando pertinente, prazo para correção.

Quando necessário, após a lavratura do TOI, a Caesb poderá proceder a correção da irregularidade cometida pelo usuário, independentemente da apuração dos ressarcimentos devidos e da aplicação de sanções cabíveis, a partir da formação de processo administrativo em que será garantida ao usuário a ampla defesa e o contraditório.

 

Notificação Inicial

O usuário será notificado da abertura de processo administrativo destinado à exigência de correção de irregularidades, apuração de responsabilidades, aplicação de sanções, efetivação de ressarcimentos e de outras medidas administrativas cabíveis. A partir da notificação inicial, abre-se prazo para apresentação de defesa pelo usuário.

 

Defesa

O usuário poderá apresentar defesa ao prestador de serviços por escrito, no prazo máximo de 10 (dez) dias, contados a partir da data de ciência da notificação inicial.

A partir do recebimento da defesa ou do término do prazo para sua apresentação, a Caesb julgará o processo administrativo e proferirá decisão em um prazo de até 30 (trinta) dias, prorrogáveis excepcionalmente uma única vez, por igual período, desde que haja motivo justo.

 

Recurso

Da decisão tomada pela Caesb em primeira instância, caberá ao usuário apresentação de recurso escrito em um prazo máximo de 45 (quarenta e cinco) dias, contados do recebimento de notificação informando a decisão do julgamento do processo administrativo.

A partir do recebimento do recurso, a Caesb julgará o processo administrativo e proferirá decisão em um prazo de até 30 (trinta) dias, prorrogáveis excepcionalmente uma única vez, por igual período, desde que haja motivo justo.

 

Recurso de Revisão

Da decisão tomada pela Caesb em segunda instância, caberá ao usuário apresentação de recurso de revisão ao órgão regulador, Adasa - Agência Reguladora de Água, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal, em um prazo máximo de 10 (dez) dias contados do recebimento da notificação, informando a decisão do julgamento do recurso.

A partir do recebimento do recurso de revisão, a Adasa julgará o processo administrativo e proferirá decisão em um prazo de até 30 (trinta) dias, prorrogáveis excepcionalmente uma única vez, por igual período, desde que haja motivo justo.

 

Critérios para apresentação dos instrumentos recursais

A Resolução Adasa nº 003 de 2012 estabelece requisitos que devem ser observados na apresentação dos instrumentos recursais (defesa/recurso/recurso de revisão) dentro dos processos administrativos de autuação que visem assegurar ao usuário o direito à ampla defesa e ao contraditório, dentre eles: 

1.   devem ser apresentados por escrito em qualquer Unidade de Atendimento Comercial ou Postos de Atendimento do Na Hora;

2.   devem ser acompanhados de cópia de documento comprobatório de propriedade, posse ou ocupação do imóvel, e também de documento oficial do usuário, com foto, que comprove sua assinatura, ou do respectivo representante legal;

3.   deverão conter, no mínimo, as seguintes informações:     

  • a.   número do processo administrativo;
  • b.   identificação do usuário;
  • c.   endereço da unidade usuária;
  • d.   número de inscrição;
  • e.   exposição dos fatos, documentos que comprovem a alegação;
  • f.   requerimento discriminando o que deseja com seu requerimento: isenção de penalidade; nulidade do TOI; readequação da penalidade nos termos da Resolução ADASA nº 14/ 2011, elencando os fatos atenuantes/justificantes da conduta; revisão da decisão do julgamento da defesa ou do recurso, ou outro pleito;
  • g.   data e assinatura do requerente ou de seu representante legal;

4.   o usuário poderá, ainda, juntar documento e pareceres, bem como aduzir alegações referentes à matéria objeto do processo administrativo em questão;

5.   provas ilícitas ou obtidas por meios ilícitos, provas impertinentes, desnecessárias ou protelatórias são inadmissíveis no processo e deverão ser recusadas mediante decisão fundamentada;

6.   cabe ao usuário a prova dos fatos que tenha alegado, sem prejuízo da instrução do processo com os documentos que tenham sido por ele apresentados;

7.   a defesa não será recebida quando apresentada fora do prazo, por quem não seja legitimado ou perante órgão ou entidade incompetente.

 

Condições Gerais

Na contagem dos prazos, exclui-se o dia de início e inclui-se o dia do vencimento, devendo-se iniciar e concluir a contagem em dias úteis.

O formulário para apresentação dos instrumentos recursais pelo usuário está disponível abaixo, nos Escritórios Regionais e nos Postos de Atendimento do “Na Hora”.

O usuário poderá obter cópias de documentos contidos no processo ou de seu inteiro teor nos Escritórios Regionais ou Postos de Atendimento do “Na Hora”.

Informações sobre o andamento dos processos e prazos recursais podem ser obtidas em todos os canais de atendimento ao usuário. 

 

 

 

PDTI - Plano Diretor de Tecnologia da Informação

No planejamento de TI, devem-se identificar as oportunidades de soluções de TI para aprimorar os negócios da organização, definir planos de ação de curto, médio e longo prazo e identificar as arquiteturas de dados e de infraestrutura que melhor atendam às suas necessidades, determinando com qualidade o que e quanto se precisa adquirir e fazer, e para quê.

Esse planejamento se materializa em um documento chamado PDTI – Plano Diretor de TI. Segundo a Instrução Normativa nº 4 da SLTI de 12 de novembro de 2010, artigo 2º, inciso XXII, um PDTI é um: “Instrumento de diagnóstico, planejamento e gestão dos recursos e processos de Tecnologia da Informação que visa atender às necessidades tecnológicas e de informação de um órgão ou entidade para um determinado período."


Plano Diretor de Tecnologia da Informação - PDTI 2016/2019


Outros arquivos:



Contratos de Eventos

Atualização: 23/01/2017 - PRC


Em conformidade com a Circular nº 23/2016 - GAB/CGDF, de 10 de outubro de 2016, em que a Controladoria-Geral do Distrito Federal (e seguindo o aconselhamento do Ministério Público do Trabalho, juntamente com o Ministério Público de Contas junto ao TCDF) recomenda a divulgação de gastos com eventos no âmbito do Distrito Federal, a Caesb disponibiliza informações referentes ao Contrato de Eventos.

Contrato de Eventos nº 8613, de 05 de abril de 2016

Execução do Contrato de Eventos - Demonstrativos de Gastos:


           
           
           
           
           


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