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19/11/19 - Caesb adquire equipamentos de ponta para análise de água no DF

Monitoramento é feito pela Empresa nos mananciais que abastecem a capital federal


Para avaliar de forma ainda mais criteriosa a água distribuída na capital federal e garantir que a população consuma água da melhor qualidade possível, o Laboratório Central da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) adquiriu novos equipamentos neste ano. O investimento custou cerca de R$ 3 milhões e foi garantido com recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Foram comprados equipamentos para Cromatografia Líquida, Cromatografia Gasosa, Espectrofotometria de alto desempenho e para análise de Produtos Químicos utilizados nos processos de tratamento.  Esses equipamentos serão usados no Laboratório de Físico-química da Caesb que faz o monitoramento da qualidade da água de todos os mananciais superficiais e subterrâneos utilizados para o abastecimento público. Os equipamentos estão em fase final de ajustes, os técnicos da Caesb estão sendo treinados e a aquisição dos reagentes específicos para o funcionamento dos aparelhos está em fase de licitação.

Por meio dos equipamentos de Cromatografia Líquida e Cromatografia Gasosa com Espectrômetro de Massa Acoplado, que utilizam tecnologia de ponta, é possível identificar e determinar a quantidade de contaminantes orgânicos na água bruta e tratada, caso estejam presentes. Os contaminantes orgânicos incluem agrotóxicos, fármacos, além de diversos aditivos químicos utilizados no dia a dia como conservantes, corantes, antioxidantes, emulsionantes, estabilizantes, entre outros.

O espectrofotômetro de alto desempenho melhora as pesquisas de fósforo em água. O fósforo é um elemento importante, mas quanto está presente em quantidade excessiva na água torna-se um problema, uma vez que é um nutriente essencial para algas. A multiplicação descontrolada de algas impede a penetração de luminosidade na água, reduzindo a quantidade de oxigênio para peixes e outros organismos aquáticos.  Por isso, o controle da presença de fósforo no ambiente é fundamental para impedir a proliferação desses organismos.

Já a aquisição do reator calorimétrico possibilita uma avaliação importante da cal, utilizada para alcalinização de águas. O reator avalia a eficiência da cal por meio de seu poder calorimétrico, garantindo que esse produto usado para a correção de pH nas estações de tratamento de água seja da melhor qualidade.

A coordenadora de Análises Físico-Químicas da Caesb, Cinthia Mesquita Cavalcanti, explica que a complexidade dos equipamentos analíticos de grande porte exige que eles sejam operados por químicos especialistas do Laboratório de Físico-química. “Nossos técnicos possuem pós-graduação e mestrado e são totalmente qualificados para a operação desses equipamentos”, defende Cinthia.

Segundo ela, a Caesb adquiriu esses equipamentos para dar autonomia ao Laboratório Central quanto à realização de análises para o atendimento à legislação e a condicionantes da licença de operação para captação no Lago Paranoá. “A Caesb, por meio desse investimento grandioso em tecnologia, reforça seu compromisso social, propiciando uma avaliação ainda mais criteriosa das suas matérias primas e do seu produto final”, comemora Cinthia.

Certificação ISO 17025:2017

O Laboratório Central da Caesb pretende ser espaço de referência e, para isso, contratou uma consultoria para ajudar no processo de certificação internacional ISO 17025:2017. Essa certificação é utilizada para acreditar laboratórios tecnicamente competentes e que produzem resultados com alto grau de confiabilidade, assegurando a qualidade e o desempenho de seus produtos.

Desde outubro de 2018, quanto foi contratada a consultoria, os processos do laboratório estão sendo revistos e documentos estão sendo revisados para atender a todos os requisitos da certificação. O gerente de Monitoramento da Qualidade da Água da Caesb, Ricardo Cosme Arraes Moreira, explica que o prazo final para a certificação é outubro de 2020, mas que a Empresa pretende atender todos os requisitos antes disso. “Queremos a certificação do laboratório até o início do ano de 2020 e, com isso, estaremos entre os melhores laboratórios do Brasil”, comemora Ricardo.

 

 
Fotos: Marco Peixoto



 

25/11/19 - Descarte de materiais inadequados obstruem redes de esgoto da Caesb

Entre os objetos encontrados estão pneus, lençóis e até manequim

 

A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) é responsável pela coleta e tratamento da maioria do esgoto produzido no DF. A Companhia tem um índice de coleta de 89%, e trata 100% do esgoto coletado. Ao longo do transporte do material, mais do que esgoto é encontrado nas redes da Companhia.

O esgoto é formado por 99.9% de água proveniente dos diversos usos domésticos, tais como da descarga do vaso sanitário, da lavagem de roupas, do banho. A fração sólida representa apenas 0,1%, mas é nessa parcela ínfima que se concentram os maiores desafios do tratamento dos esgotos. Sólidos, como sacos plásticos, fibras de tecido, madeira, são considerados estranhos aos esgotos. São eles os maiores responsáveis pelos problemas de obstrução das redes coletoras. Até setembro deste ano, a Caesb realizou 36.310 desobstruções na rede de esgoto em toda capital federal. Os técnicos da Caesb encontraram pneus, lençóis, gordura, garrafas pets, brita e até manequins.

A superintendente de Operação e Tratamento de Esgotos, Ana Maria Mota, explica que o lançamento de material indevido tem um grande impacto para o sistema de coleta e tratamento de esgotos, à medida que pode provocar obstrução das redes coletoras, com consequente extravasamento e impacto para a comunidade, além de afetar os processos e equipamentos das unidades de tratamento de esgotos. “Muitas pessoas desconhecem o funcionamento do sistema coletor e acabam lançando materiais que deveriam ser descartados no lixo, o que prejudica o processo de transporte e tratamento dos esgotos”, lamenta Ana Maria.

O superintendente de Operação e Manutenção de Redes Oeste-sul da Caesb, Paulo Roberto Caldeira, chama a atenção para a importância da caixa de gordura nas residências. Ele explica que esse dispositivo retém a gordura e impede que ela chegue às redes coletoras, onde pode provocar obstruções. Nas estações de tratamento de esgotos essa gordura pode afetar diretamente os processos biológicos. “É importante realizar rotineiramente a limpeza da caixa de gordura, descartando o material retido no lixo, de maneira que não cause impacto para as redes coletoras”, esclarece.


O caminho do esgoto

Depois de utilizada, a água que vai para o ralo percorre um longo caminho até chegar na estação de tratamento de esgoto (ETE). Da casa do usuário, o esgoto vai para a rede coletora da Caesb. Diferentes redes coletoras deságuam num interceptor, que tem diâmetro maior do que as redes. Por sua vez, o material de vários interceptores é lançado em emissários que transportam os esgotos para a estação de tratamento.

Ao longo do caminho das redes coletoras e dos interceptores, há diversos poços de visitas (PVs), que são usados pela Companhia para facilitar o trabalho de desobstrução e manutenção das redes. No percurso entre a casa do usuário e a ETE, é comum serem encontrados resíduos lançados indevidamente no sistema, que podem provocar prejuízos tanto na rede coletora, quanto nas ETEs.

Ao chegar na ETE, os resíduos sólidos grosseiros (material lançado de forma irregular) são retidos por um sistema de gradeamento, que separa esse resíduo para posterior disposição no aterro sanitário. O gradeamento é uma etapa que revela a desinformação da população sobre o que deve ou não ser jogado ralo abaixo. Cabelo, estopa, bolas de tênis, cotonetes, fraldas, embalagens, preservativos e absorventes são alguns dos materiais frequentemente encontrados.

Nas ETEs, o esgoto é tratado por um processo biológico, onde microrganismos realizam os processos responsáveis por remover os contaminantes dos esgotos. Ana Maria Mota explica que o lançamento na rede de esgotos de materiais como tinta, óleos, solventes, gorduras é tóxico para os microrganismos, que muitas vezes morrem em função dos efeitos provocados por esses produtos, o que causa prejuízos e onera o tratamento dos esgotos.

Outro problema relevante que afeta o sistema de coleta e tratamento dos esgotos é o lançamento de águas de chuva na rede da Caesb, pois a concepção do sistema prevê apenas o transporte e tratamento dos esgotos. No período chuvoso é possível identificar um aumento significativo do volume que chega às ETEs e no número de extravasamentos nas redes coletoras, provocados principalmente por ligações irregulares de águas pluviais no sistema coletor da Caesb. Dessa forma, é importante lembrar que a água da chuva deve ser ligada às galerias de águas pluviais.

 

Lençol
Manequim
Pneu
Fotos: Divulgação/Caesb  


 

27/11/19 - Lago Norte é a primeira cidade a receber o sistema de telemetria

O equipamento é instalado junto ao hidrômetro das residências

 

A Caesb informa aos moradores das Quadras QI e QL 1 a 16 do Lago Norte que está instalando um equipamento junto ao hidrômetro de sua residência. Isso faz parte da implantação do projeto de telemetria do consumo de água no Distrito Federal. Esse serviço é realizado por equipe contratada, cujos empregados estão devidamente uniformizados e identificados com crachás. Os clientes estão sendo avisados previamente da instalação por meio de comunicado entregue em cada residência. A Companhia solicita que, em caso de dúvida, façam contato com a Central de Atendimento ao Cliente pelo telefone 115, Agência Virtual, disponível no portal www.caesb.df.gov.br, ou Unidades de Atendimento Presencial.

A Caesb esclarece ainda que o equipamento não interfere na medição de água convencional, respeitando toda a legislação vigente no tocante a privacidade e sigilo de dados. O aparelho, que está sendo instalado, transmitirá os dados de consumo de água para a Caesb por sistema de telemetria, que consiste de um dispositivo eletrônico que lê o consumo do hidrômetro quatro vezes por dia e transmite os dados, utilizando a rede de telefonia celular, até os servidores de dados da Caesb. Nos computadores da Empresa, esses dados são preparados para que o cliente possa acompanhar diariamente seu consumo, controlando o uso excessivo e podendo verificar mais rapidamente a ocorrência de vazamentos nas tubulações domiciliares.

O sistema de telemetria foi financiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento, com um investimento da ordem de R$ 1,7 milhão. Essa iniciativa têm o objetivo de melhorar o acompanhamento do consumo de água tanto pela Companhia como pelos seus clientes. No Lago Norte cerca de 6 mil clientes serão beneficiados com a tecnologia que emprega Internet das Coisas (IoT), pela primeira vez nessa escala no setor de saneamento brasileiro. Até agora, foram instalados 4.114 transmissores nas quadras QI 1 a QI 12 e QL 1 a QL 12. Ainda faltam as quadras 13 a 16, com previsão de término das instalações em janeiro de 2020. As quadras instaladas já estão em teste.



Legenda: Os equipamentos de telemetria estão sendo instalados no Lago Norte

 

Foto: Marco Peixoto (Caesb)

 

29/11/19 - Caesb recebe delegações de Moçambique e do Uruguai para repassar experiências em saneamento ambiental

Desde 2010, a Companhia já trocou experiências, firmou acordos de cooperação e parcerias com sete países, além de cidades brasileiras


Gestão operacional, controle de qualidade da água, gestão comercial, transferência de tecnologias diversas, micromedição e, sobretudo, sistema de esgoto condominial. Todos esses itens são temas de acordos de cooperação e parcerias de trabalho para troca de experiências no setor de saneamento entre a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) e outras empresas do Brasil e do mundo.

Entre 2010 e 2019, a Caesb firmou acordos com a Alemanha, Argentina, Sudão, Haiti, Nicarágua, Uruguai. A Caesb absorveu conhecimentos e serviu de referência para diversos projetos no Exterior e também no Brasil. Um dos exemplos é o acordos mais recentes ocorreu com o Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Maués, no Amazonas, em que a Companhia contribuiu com capacitação gerencial e operacional, entre vários outros aspectos, para fortalecimento do operador de saneamento local, que presta  serviços para uma população de 60 mil pessoas. “Nossa intenção é ampliar o relacionamento institucional, obter reconhecimento, e desenvolver ferramentas para promover capacitação com nossa experiência”, explica o engenheiro Fuad Moura Guimarães Braga, superintendente de Projetos Especiais e Novos Negócios.

Nesta semana, a Caesb recebeu duas delegações estrangeiras: de Moçambique e Uruguai. A Delegação de Moçambique, formada por 16 pessoas, foi acompanhada por especialistas do Banco Mundial, no âmbito do Programa de cooperação sul-sul (SSKE), que busca a troca de práticas e conhecimentos sobre os aspectos técnicos, financeiros e institucionais de assuntos relacionados à gestão integrada de água urbana. A delegação visitou outros órgãos de Brasília e também outras cidades brasileiras. No caso da Caesb, seu interesse está voltado para procedimentos de planejamento, implantação e operação de sistemas de esgotamento sanitário, em especial o sistema de esgoto condominial.

“A visita técnica abre a mente das pessoas para soluções integradas”, resumiu Bonfje Zaengerling, especialista em desenvolvimento urbano do Banco Mundial, que acompanhava a delegação de Moçambique na visita às cidades brasileiras para ajudar, com cooperação técnica, a desenvolver o setor de saneamento da cidade de Beira.

Desde 1991, o sistema condominial de esgotos foi adotado pela Caesb com o objetivo de sanar o déficit no saneamento e apoiar o programa de assentamento habitacional do Governo do Distrito Federal. “Hoje, 52% das ligações existentes são no sistema condominial. É mais barato, mais rápido, com obras mais simples e com 100% de adesão da comunidade”, explica Maria Martinele, que coordena as Cooperações Técnicas. Para se ter uma ideia, um dos grandes problemas da atualidade, em todo o mundo, é a falta de efetividade de ligação no sistema de esgotamento sanitário tradicional. Depois de pronta a rede, em torno de 40% dos moradores não fazem a ligação de suas residências ao sistema.

O sistema condominial é um modelo de concepção que associa uma tecnologia simplificada e de baixo custo, com a participação da comunidade, promovendo o atendimento e a adesão ao sistema, de forma efetiva. O Sistema Condominial é o Padrão de atendimento da Caesb e, ao longo dos quase 30 anos de utilização, foi implantado em grande escala, em áreas carentes ou nobres da cidade, com um alto grau de aceitação e participação da comunidade.

Em 2014, uma equipe de 11 técnicos, de Moçambique e Zâmbia, acompanhadas por especialistas do Banco Mundial, já havia feito uma visita à Caesb, durante três dias, com objetivo de conhecer o sistema.

Uruguai

O modelo condominial de esgoto também era o interesse dos uruguaios. O Brasil mantém um Acordo Básico de Cooperação Técnica e Científica com o governo do Uruguai desde 1975. Em janeiro de 2018, o Ministério das Relações Exteriores, por meio da Agência Brasileira de Cooperação - ABC, solicitou a participação da Caesb no Acordo de Cooperação Sul-Sul, com objetivo de viabilizar a transferência da tecnologia condominial de esgotamento sanitário do Brasil para o Uruguai.

O governo uruguaio está desenvolvendo um programa de universalização do saneamento no país e tem como principal desafio o atendimento por sistema público de esgotamento sanitário, que hoje chega 59% dos lares. No Brasil, a média de cobertura é de 60%, sendo 73% dele tratado. Já no Distrito Federal, a Caesb coleta 89% dos esgotos e trata a totalidade deles antes de despejar nos corpos hídricos.

O Uruguai avaliou várias alternativas, considerando modelo de gestão, soluções técnicas e fatores socioculturais, e o modelo condominial de esgotos, já conhecido por técnicos do país vizinho em visita à Caesb em 2012, foi eleito como a melhor opção.

Durante esta visita à Caesb, os moçambicanos e uruguaios receberam ainda informações gerais sobre o sistema, incluindo a operação das redes, o funcionamento das estações, os tipos de tratamento e a estrutura de manutenção. As visitas realizadas pelas duas delegações, Moçambique e Uruguai, poderão resultar em novos acordos de cooperações técnicas.



Legenda: Especialistas da Caesb recebem técnicos de Moçambique e do Uruguai para receber informações sobre Sistema de Esgoto Condominial

Foto: Marco Peixoto/Caesb/Divulgação

06/12/19 - Caesb realiza encontro técnico para empregados e convidados

Evento foi promovido pela área de Gestão Operacional da Companhia

Para integrar a força de trabalho e divulgar novas tecnologias e métodos de ação, visando ampliar o conhecimento de seus empregados, a Superintendência de Gestão Operacional (PGO) da Caesb promoveu no dia 04 de dezembro um encontro técnico. O evento aconteceu no Teatro da Companhia, em Águas Claras, e teve a participação de cerca de 200 empregados da Empresa. Contou com a presença dos diretores Pedro Cardoso (Financeira e Comercial), Virgílio Peres (Engenharia e Meio Ambiente) e Roberta Zanatta (Suporte ao Negócio).

A programação incluiu palestras com temas sobre perdas, macromedição, sistemas de monitoramento e plataforma de gestão do saneamento, além de um painel sobre as quatro áreas integrantes da PGO. Essa é uma área de fundamental importância na Caesb, uma vez que responde pelo Centro de Controle Operacional dos Sistemas de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário, além de ser responsável pela Macromedição e Pitometria, Micromedição e Monitoramento da Qualidade da Água.

O Superintendente de Tecnologia Operacional da Saneago, Alexandre Gomes de Souza, foi um dos palestrantes convidados e falou sobre a eficiência operacional e perdas de água na companhia de saneamento de Goiás. Em sua apresentação, Alexandre forneceu alguns exemplos de cidades goianas que aderiram a um programa de redução de perdas de água e conseguiram excelentes resultados como, por exemplo, Inhumas. O município possuía um índice de perdas de 30% em 2015 e atingiu um patamar de 15% em 2019, graças ao envolvimento, comprometimento e qualificação da equipe, mudança de cultura e adoção de novas práticas como a pesquisa e retirada de vazamentos não visíveis, instalação de controladores de nível de pressão day/night e análise crítica da rotina e atividades da cidade.

Alexandre destacou, ainda, que as perdas no sistema de abastecimento de água são resultado de um trabalho integrado. “As perdas são do projeto, das obras, da operação e até mesmo da política, uma vez que a troca de dirigentes pode afetar as orientações passadas aos técnicos”, defendeu. Ele concluiu apresentando os benefícios que a redução de perdas pode trazer como, por exemplo, a melhoria da imagem da empresa, maior qualidade na prestação de serviço e redução das reclamações dos clientes.

O encontro técnico ainda contou com a participação de empresas parceiras da Caesb, como Paulo Thiago Fracasso, diretor técnico da Digitrol, que falou sobre “Gestão metrológica da macromedição como foco na redução das perdas aparentes”; José Iago Gondo, diretor de tecnologia da Infometter, com a palestra “Sistema de Monitoramento do Lago Norte com a ferramenta da Internet das Coisas”; e Luiz Geraldo Vieira, gerente técnico da Unicorp Informática, que aprofundou o tema “ UniPlanSab – A plataforma de gestão do saneamento com foco na gestão da produção e do SISAGUA”.

O Superintendente de Gestão Operacional da Caesb, Luiz Carlos Itonaga, destacou a importância da troca de informações entre as diversas áreas da companhia, agradeceu aos apoiadores do evento, como o BRB e outros parceiros, e abriu espaço para os gerentes Cristiano Gouveia (PGOC), Thiago Fernandes (PGOP), Francisco Mesquita (PGOM) e Ricardo Cosme (PGOC).

Os gestores elencaram as principais ações do ano e os avanços, entre eles: o lançamento da telemetria para medir consumo no Mangueiral e no Lago Norte, o investimento de R$ 7,8 milhões para equipar laboratórios e garantir ainda mais segurança aos profissionais, o avanço no trabalho conjunto entre a macromedição e as áreas de manutenção para reduzir perdas, além do novo banco de dados industrial, que permite receber e trabalhar dados em tempo real, inclusive das unidades operacionais de esgotamento sanitário. 

Foto: Marco Peixoto

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